quinta-feira, 14 de março de 2013


A educação do MST

A democratização do conhecimento é considerada tão importante quanto a Reforma Agrária no processo de consolidação da democracia. Além dos acampamentos à beira de estradas, das ocupações de terra e de marchas para pressionar pela desconcentração da terra, o MST luta desde 1984 pelo acesso à educação pública, gratuita e de qualidade em todos os níveis para as crianças, jovens e adultos de acampamentos e assentamentos.
Os esforços nessa área buscam, sobretudo, a erradicação do analfabetismo de nossas áreas de acampamento e assentamento, e a conquista de condições reais para que toda criança e todo adolescente estejam na escola. LEIA MAIS.
Para isso, é preciso capacitar e habilitar professores como sabedores das necessidades dos estudantes.
A educação no MST acontece de maneira permanente, em um movimento continuado de formação das pessoas. Escolarizar é incentivar a pensar com a própria cabeça, é desafiar a interpretar a realidade, elevando o nível cultural. É criar condições para que cada cidadão e cidadã construam, a partir dos seus pontos de vista, seus destinos.
Para isso, é fundamental garantir o acesso de crianças e jovens à educação e à escolarização nos vários níveis, em cumprimento do artigo 6 da Constituição que declara que a educação faz parte dos direitos sociais. Hoje, o trabalho com educação no MST está organizado em todo o país, desde a educação infantil à educação superior, em várias áreas do conhecimento.
Em toda a nossa história, foram conquistadas 2.250 Escolas Públicas nos acampamentos e assentamentos em todo país (das quais 1.800 até a 4ª série, 400 até o Ensino Fundamental completo).
Há 300 mil trabalhadores rurais estudando, entre crianças e adolescentes Sem Terra, dos quais 120 mil em escolas públicas.
Mais de 350 mil integrantes do MST já se formaram em cursos de alfabetização, ensino fundamental, médio, superior e cursos técnicos.
Mais de 4 mil professores foram formados no movimento e em torno de 10 mil professores atuam nas escolas em acampamentos e assentamentos.
Mais de 100 mil Sem Terra foram alfabetizados, entre crianças, jovens e adultos.
Por ano, há aproximadamente 28 mil educandos e 2 mil professores envolvidos em processos de alfabetização.
Por meio de parcerias com universidades públicas, trabalhadores rurais do MST estudam em 50 instituições de ensino, em cursos técnicos de nível médio, cursos superiores e especializações, somando aproximadamente 100 turmas de cursos formais e mais de 5 mil educandos nestas instituições.
Do desafio de garantir a educação do campo, principalmente durante as lutas, surgiram outras inovações importantes, como as Escolas Itinerantes, que acompanham os acampamentos, que não têm localidade fixa. Essas escolas já foram aprovadas legalmente aprovadas e reconhecidas pelo Conselho Estadual de Educação no Rio Grande do Sul (onde sofre atualmente com uma grande perseguição política), Santa Catarina, Paraná, Goiás, Alagoas, Pernambuco e Piauí. São 32 escolas, 277 educadores e 2.984 educandos envolvidos num processo educativo permanente. As Escolas Itinerantes do MST são espaços de conhecimento, criação, socialização com base em valores ético-políticos libertários e democráticos, e se deslocam junto com os acampamentos.

domingo, 3 de julho de 2011

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Metade dos médicos britânnicos recusarão a vacina para a Gripe Suína

Metade dos médicos familiares (também chamados de GP, uma espécie de clínico geral no Reino Unido) não querem ser vacinados contra a gripe suína.

Os GPs
serão os primeiros na fila para as vacinas quando elas estiverem disponíveis, mas muitos irão recusar mesmo que que eles tenham que oferecer a vacina para seus pacientes.

Mais de dois terços daqueles que irão recusar a vacina acreditam que ela não foi testada suficientemente. A maioria também acredita que a gripe acabou sendo tão fraca na grande maioria dos casos de forma que a vacina não seja mais necessária.

Na noite passada, especialistas do governo criticaram os GPs
que decidirem não tomar a vacina, afirmando que eles colocarão os pacientes em risco desnecessário.



Uma semana atrás, uma pesquisa com enfermeiras mostrou que um terço delas iria recusar a oportunidade de ser vacinas contra a gripe suína.

A notícia de que os médicos não estão convencidos da necessidade da vacina irá causar mais preocupação para os pacientes que forem convidados a tomarem a vacina nos próximos meses.

A pesquisa com médicos para a revista Pulse descobriu que 49% rejeitariam a vacina e 9% estariam indecisos.

Uma outra pesquisa para a revista GP teve como resultado que 29% definitivamente iriam optar por não tomar a vacina enquanto outros 29% estariam indecisos. Apenas 41% disseram que eles definitivamente tomariam a vacina.
Dos que disseram que não queriam a vacina, 71% disseram que era por questões de segurança.

Richar Hoey, editor da revista Pulse, afirma: "A categoria médica ainda não está convencida de toda a estratégia do governo em relação a gripe suína, sendo que a maioria dos GPs acham que o Departamento da Saúde exagerou na sua política sobre a utilização generalizada do Tamiflu. (Nota: Aqui na Inglaterra o Tamiflu é liberado após um rápido check-list por telefone)

"Inevitavelmente, isto acabou levantando também suspeita sobre a campanha de vacinação preventiva".

Mas o professor David Salisbury, o diretor de imunização do Departamento de Saúde disse à revista GP que os trabalhadores da linha de frente têm um dever a eles mesmos no que tange a vacinação.

David Salisbury afirma: "Eles têm o dever de não infectar seus pacientes e eles têm a obrigação com suas famílias também".

A revista The Pulse fez o questionário com 15 médicos, enquanto a revista GP falou com 216.

A pesquisa levanta questões sobre o plano de vacinação em massa do governo. A vacina, atualmente sendo produzida, será feita de forma rápida e não será totalmente testada antes de ser administrada a seus pacientes.

Há também preocupação de que a vacina possa iniciar casos da Síndrome de Guillan-Barre (GBS), que pode levar a paralisia ou até mesmo a morte.

O programa de vacinação contra a gripe suína de 1976 nos EUA causou muito mais mortes que a própria doença que deveria combater, e a Agência de Vigilância de Proteção a Saúde do reino Unido já solicitou a médicos neurologistas que fiquem atentos para casos de GBS quando a vacinação for iniciada.

No inicio deste mês, o Chefe do Escritório da Saúde (espécie de Ministro da Saúde britânico), anunciou que a vacina será dada a pessoas em grupos de alto-risco, tais como aqueles com asma e diabetes, tão bem como a trabalhadores do setor da saúde como GPs e enfermeiras.

Em torno de 14 milhões estarão cobertos pela primeira "onda" do programa de vacinação, e o todo o resto da população seria vacinada nos meses que se seguirem.

A Associação Médica Britânica (BMA) está negociando com os médicos como eles serão pagos para aplicarem as vacinas. A associação dos médicos está exigindo 7 libras (em torno de 21 reais) para cada injeção aplicada.

O porta-voz da BMA falou que "A nova vacina tem sido meticulosamente testada e nós acreditamos que ela proverá uma boa proteção contra a gripe suína".

"É importante que os médicos estejam entre os primeiros a serem oferecidos a vacina porque irá não só protegê-los, mas também os seus pacientes.
Entretanto, os médicos, como todos os indivíduos, têm o direito de decidir se eles serão vacinados ou não"



terça-feira, 12 de maio de 2009

Escola Dirceu Moreira


Esta é a Escola Estadual de Ensino Fundamental Dirceu Moreira da qual estou Diretor até o final do ano. Nesta estou desenvolvendo alguns projetos com parceria de entidades públicas e com importante participação da comunidade escolar em especial o CPM e o Conselho Escolar.
E uma Escola da zona rural e atende basicamente uma comunidade de origem Pomerana. Hoje está com 120 educandos e educandas do 1º ano até a 8ª série. Contamos com um grupo de 11 trabalhadores e trabalhadoras em educação. Este ano de 2009 deverá culminar com a construção do Galpão Crioulo da diversidade cultural construído dentro de um projeto de sustentabilidade, a pintura interna e externa da Escola, com a contrução de uma nova cacimba, com o projeto Rádio Escola (comunicação impressa, falada e televisiva), projeto sala de cinema e com o firmamento do II Entreveiro Cultural de Santa Silvana.

domingo, 10 de maio de 2009

BEM VINDO

Caro amigo, cara amiga.
Tenho o prazer em recebê-lo ou recebê-la em meu blog.
Vizite, revire, procure e depois divulgue.
Um grande abraço.
Professor Guilherme